terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

vazio

que um dia meu verso grite o tanto que minha alma grita e se possa sentir nas linhas toda a tristeza de quando minha expectativa foi frustada por versos de um soneto qualquer e lágrimas quentes cheias de paixão e medo escorriam por sua face.
me diz o que eu faço agora com todas essas memórias? de nada me adiantam se estão sujas com todo esse sangue. estou aqui ajoelhada no chão de um banheiro qualquer me perguntando onde estão seus braços pra em segurar, você jurou que nunca ia me deixar e eu acreditei como nunca antes porque eu pensei que ninguém seria tão cruel ao ponto de mentir tão profundamente assim. 

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